Postado em : 20-05-2011 | Por : Rafael Comin | Em : Artigos
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Dias atrás fiz uma máteria para o jornal Exclusivo de Novo Hamburgo. Agora achei. Vejam:
“Marketing Digital na Onda das Redes Sociais”
Os novos tempos e os novos consumidores exigem que a divulgação das marcas e produtos mude. O que antes era algo que ficava apenas nas mãos de agências de publicidade e propaganda, agora já pode ser gerenciado pelas próprias empresas. O varejo pode se beneficiar do uso das redes sociais – que são formas de compartilhamento de informações, gostos e ideias entre usuários com as mesmas preferências e estilos – e de ferramentas digitais como o You Tube para divulgar sua marca e seus produtos. Quanto mais a marca estiver visível nos meios virtuais, maior a chance de ser acessada por possíveis consumidores durante suas pesquisas por conteúdo na internet.
O consultor e sócio-fundador da Seen-Estratégias, Rafael Comin (Passo Fundo/RS), observa que as redes sociais ganharam força total de uns dois anos para cá. Nessa fase de novas tecnologias, essa transição para a rede precisa ser feita para que a empresa não fique defasada. “O varejo precisa pensar nas redes sociais como mais um canal de comunicação com os clientes, tendo sempre o cuidado de passar as informações de uma maneira clara e objetiva”, ressalta. Para que uma empresa faça parte das redes sociais, Comin sugere que o melhor é que o trabalho seja feito por um profissional com conhecimento em internet, que se responsabilize pelo atendimento e relacionamento com os consumidores digitais, também conhecidos como e-con- sumidores. No entanto, nada impede que algum membro da equipe gerencie as redes, porém isso exige tempo, pesquisa e conhecimento.
As informações que devem ser postadas são assuntos relevantes ao produto ou à marca. Dessa forma é criado um vínculo entre a marca e o consumidor. Outra maneira de criar esse laço é executar planos de ação para a marca, utilizando a rede como uma aliada importante. Exemplo disso é a realização de ações via Facebook e ações promocionais através do Twitter, entre outros.
A linguagem utilizada na internet precisa ser rápida, concisa e direta, para que assim não fique nenhuma dúvida do que se está comunicando. Nessa comunicação existe um fator responsável pelo seu grande sucesso, a velocidade. Na rede tudo acontece muito rápido. Notícias são postadas e o feedback é dado quase instantaneamente. “Nesse sentido, para as empresas terem uma boa presença em mídias e redes sociais é importante ser transparente e ter um planejamento bem detalhado, senão será mais uma ferramenta inútil”, enfatiza Comin.
Blockbuster investirá em comércio digital depois de perder mercado
Nova estratégia visa reverter prejuízo de 1 bilhão de reais
Blockbuster: lojas físicas perdem mercado para comércio eletrônico e obriga rede a rever estratégia de negócios
São Paulo - Depois de ver suas dívidas atingirem a marca de 1 bilhão de dólares, a rede norte-americana Blockbuster decidiu investir no comércio digital para recuperar seu caixa. “Vamos transformar nosso modelo de negócios para algo mais adequado ao que o consumidor busca”, disse em comunicado Jim Keyes, presidente da empresa. “Queremos continuar a ser a única operadora que oferece diversos canais de entrega como lojas, quiosques, por e-mail e por nosso site.”
A empresa perdeu mercado com o crescimento das concorrentes Netflix e Redbox – ambas especializadas em locação online de filmes –, além do crescente número de downloads de filmes. O velho modelo de sair de casa para alugar um filme perdeu espaço para o conforto de recebê-lo em casa, apenas com um clique no mouse.
A situação para a Blockbuster ficou tão grave que a empresa anunciou nesta quinta-feira (23/9) um pedido de concordata na corte de Nova York. A rede espera reduzir suas dívidas para 100 milhões de dólares ou menos com um acordo com credores. Procurada, a empresa não retornou os contatos da reportagem para mais detalhes sobre o plano de recuperação judicial.
Em comunicado, o presidente da companhia afirmou poderá fechar algumas de suas 3.000 lojas nos Estados Unidos. Por enquanto, elas continuam a funcionar normalmente.
No Brasil
Em 2007, a varejista Lojas Americanas comprou os direitos de uso da marca Blockbuster por 20 anos. Procurada, a empresa afirmou que a concordata nos Estados Unidos não afeta as operações no Brasil. “Não há qualquer vínculo entre Lojas Americanas e a Blockbuster Internacional”, escreveu a empresa. Os cerca de 200 pontos da Blockbuster – de um total de 500 – presentes na Lojas Americanas são uma seção da Americanas Express.
A Blockbuster também oferece o serviço online de locação de filmes, mas a empresa não forneceu dados dessa operação no país.
Postado em : 29-12-2010 | Por : Rafael Comin | Em : Artigos
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Vejam como a estratégia digital desenvolvida pela empresa Seen fez a internet corresponder por 16% do faturamento da Globilhares, fábrica de mesas de bilhar.
Postado em : 17-11-2010 | Por : Rafael Comin | Em : Artigos
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Ontem (16/11/2010) a reportagem do Globo Esporte sobre uma empresa que contratou atletas para fazer a entrega de pedidos me chamou a atenção. A empresa diminui o custo do transporte e reduziu o tempo de entrega do lanche, assim a comida chega mais rápida e barata para o consumidor.
Mas o que me chamou mais a atenção mesmo foi uma frase do apresentador do Globo Esporte bem no início da reportagem “você vai conhecer pessoas com idéias inovadoras“.
Nesse sentido a Seen, também é uma empresa com idéias inovadoras e apresenta para todos uma estratégia digital desenvolvida para um aniversário de 15 anos.