Featured Posts

  • Prev
  • Next

Decifrado o Padrão de Comportamento dos Internautas

Postado em : 17-11-2010 | Por : Rafael Comin | Em : Artigos

Tags:, ,

2

O gráfico abaixo mostra o resultado do estudo internacional batizado de Digital Live pela empresa britânica TNS que revela os perfis dos internautas.

Conheça um pouco mais sobre cada um deles:

Conhecedor: Usa a internet para adquirir conhecimento e informação. Apesar de não ter interesse nas redes sociais, gosta de ler blogs e artigos pessoais interessantes que possam ajudar nas decisões do dia-a-dia.

Relacionado: A internet é importante para se estabilizar social e profissionalmente. Esses indivíduos têm uma vida ocupada e usam ferramentas de redes sociais para permanecerem em contato com as pessoas. Muitas vezes, esses internautas não têm de expressar opiniões na rede através da escrita de artigos ou comentários em Blogs

Comunicador: Este público gosta de se expressar de todas as formas: pessoalmente, por telefone fixo, celular ou nos sites de relacionamento. Além dos e-mails, os programas de mensagens istantâneas são muito úteis para pessoas com esse perfil. Estar conectado no celular, em casa, no trabalho ou na universidade é rotina.

Influenciador: A internet é parte integral da vida de quem tem esse perfil (jovem, usa muito a internet móvel e outros dispositivos). Acessa a rede em todos os lugares e a qualquer hora, esse internauta é apaixonado pelas redes sociais e tem muitos contatos na web. Gosta de fazer compras pela internet e tem um blog para se expressar.

Aspirante: Esse grupo reúne pessoas que ainda desejam saber mais sobre a internet, têm a intenção de criar um espaço pessoal online, mas não dominam todas as ferramentas necessárias. São os novatos da internet e não realizam muitas atividades na rede, embora tenham vontade de aprender a explorar.

Prático: Essa é a tribo de quem considera a internet uma ferramenta funcional. Não têm a necessidade de se expressar online, no máximo verificar a caixa de e-mails e lê notícias de seu interesse (tempo, moda, esporte, etc…). Geralmente não é alguém interessado em manter contato por redes sociais, pois se preocupa com a privacidade e segurança. Reúne os Caxias e Vovós que usam os dispositivos básicos da internet por muito tempo.

Agora que sua empresa já conhece o perfil dos internautas, aproveite e descubra como ganhar a atenção deles, ou seja, como se relacionar com essas pessoas sem incomodá-los.

Fonte: (Caderno ZH Digital – Jornal Zero Hora – 10/11/2010).

Novidade em Experiência de Marca

Postado em : 14-11-2010 | Por : Rafael Comin | Em : Artigos

0

The Official Ralph Lauren 4D Experience – New York from Ralph Lauren on Vimeo.

Fatores Que Influenciam no Processo de Compra

Postado em : 10-11-2010 | Por : Rafael Comin | Em : Artigos

0

Primeiramente quero me desculpar pelo tempo sem aparecer por aqui. Mas é que estava priorizando a criação da minha empresa de consultoria e assessoria em comunicação e marketing digital. Conheçam a SEEN.com.br

Mas vamos lá…

São vários os fatores que influenciam o consumidor no processo de compra, segundo Kotler esses fatores podem ser divididos em:

  • Culturais: classe social, cultura…
  • Sociais: grupos de referência, família…
  • Pessoais: idade, ocupação, estilo de vida…
  • Psicológicos: motivação, percepção, crenças, atitudes…

Sabe-se que a internet tem papel altamente relevante no processo de tomada de decisão de compra, pelo fato de apresentar informações sobre produtos (preço, tamanho, processo, matéria-prima, etc…). Com o auxílio da rede, o consumidor está mais preparado e exigente, às vezes essa preparação é tão evidente que o vendedor passa vergonha por não saber informações básicas questionadas pelo comprador. E isso pode impactar o não fechamento de uma venda e a perda do cliente para o concorrente, o qual pode estar mais preparado que você.

As redes sociais, por sua vez, entram como um novo influenciador no processo de decisão do comprador, já que o consumidor pode através de comentários nos sites de relacionamentos decidir se compra ou não o produto de interesse. Uma pesquisa desenvolvida pelo Ibope Mídia com 8.561 entrevistados em 11 capitais do país comprova que as redes sociais influenciam as decisões de compra de 25% dos brasileiros, ou seja, aproximadamente 49 milhões de pessoas são influenciadas pelas redes sociais (193.242.109 brasileiros – IBGE 20/07/2010).

Os usuários das redes disseram que utilizam opiniões de outras  pessoas, através de blogs, comentários e dicas, para comrpar um produto. O estudo apontou também que os internautas não se importam que as empresas utilizem Facebook e Twitter para divulgar seus produtos e reunir informações sobre hábitos de consumo dos consumidores/usuários. Ainda segundo a pesquisa, 96% dos que estão em redes sociais leem, assistem e ouvem conteúdos nelas, enquanto 83% compartilham informações.

Nesse sentido, pode-se concluir que as redes sociais são altamente relevantes no processo de compra e as empresas, sejam elas pequenas, médias ou grandes, precisam estar preparadas e devem aproveitar as vantagens dessas redes para alavancar seus negócios e reduzir custos.

E sua empresa vai ficar de fora dessa até quando???

Fonte: (Caderno ZH Digital – Jornal Zero Hora – 10/11/2010).

10 Pecados Cometidos Em Campanhas Online

Postado em : 02-08-2010 | Por : Rafael Comin | Em : Artigos

Tags:,

2

A Revista Amanhã trouxe como capa de sua edição do mês de março de 2010 (no. 262) a matéria intitulada “Perdidas no Ciberespaço – A era digital ainda é um enigma para o marketing das empresas”. Complementando, posso dizer que não é apenas o marketing das empresas que está perdido, mas também, as agências de marketing, publicidade, propaganda, relações públicas e todos aqueles que ainda não acordaram para essa nova realidade social, econômica e cultural.

Até mesmo Michael Porter precisou rever seu modelo estratégico graças aos “efeitos da rede”, então se agências que ainda carregam vícios de um paradigma já ultrapassado continuarem criando “artes bonitinhas”, sites ou hotsites para campanhas promocionais na internet, acreditando que isso resolve o problema da comunicação da marca com o cliente, estão complementa equivocadas. Ao longo de nossa caminhada viemos acompanhando ações de marketing que nos remetem a idéias de ações “jogadas” e pouco persuasivas para o consumidor. A internet deixou de ser um cenário para amadores que acham que sabem fazer as coisas, mas contextualizando na realidade do mercado, hoje se qualquer empresa precisar de uma mídia digital para uma determinada campanha, encontramos, facilmente, vários profissionais para executar a ação, mas, no caso dessa empresa necessitar de um trabalho envolvendo planejamento, pesquisa, entendimento do negócio com uma visão ampla e  não somente do ponto de vista da execução, que é extremamente limitada por falta de conhecimento técnico, encontram-se poucos profissionais capacitados.

A constante mudança no mercado, a alta e acirrada competitividade entre os concorrentes, a exigência dos consumidores por produtos/serviços de maior qualidade, requer profissionais capacitados que saibam planejar, para criar oportunidades de negócio, fazendo assim, o marketing digital acontecer. Nesse sentido é necessário conhecer o ambiente em que se está inserido, ou seja, o mercado (marketing) para determinar qual é a melhor caminho para o sucesso da ação.

Para aqueles que estão começando na área ou que se interessam mais pelo assunto, elaborei um guia com 10 pecados que muitas agências off-line ainda cometem quando aventuram-se no meio digital:

1 – Não pesquisar

Esse é o primeiro pecado de qualquer campanha, seja no mundo off-line quanto no on-line. Existem várias formas de você ter um insight (termômetro) sobre determinado produto/serviço. Cabe ressaltar que a metodologia para elaborar pesquisas no meio on-line diferem-se das off-line. No ambiente on-line podem ser utilizadas ferramentas como o Google Insights, Google Trends, Orkut, Facebook, Twitter, Alexa, Google AdPlanner, enquetes em sites, fóruns de discussão, entre outros.

Um exemplo positivo de uso de pesquisa através da internet foi feito pela Doritos que identificou a demanda na comunidade do Orkut “Queremos Doritos 5Kg“, que consta com quase 1.700 membros, produziu e enviou uma versão exclusiva de 5Kg do salgadinho para os participantes dessa comunidade. FANTÁSTICO!!!

2 – Não ter metas e objetivos

Todas as campanhas devem ter metas e objetivos ininciais bem definidos, sejam eles, cadastros, visibilidade de marca, consumidores impactados, vendas, etc… Sendo assim, no final da ação teremos dados e informações para avaliar o sucesso ou fracasso da ação promocional. Um dos pontos chaves é fazer a comparação dos resultados obtidos com benchmark ou resultados comercias no mesmo período de anos/meses anteriores.

3 – Não planejar

Esse é mais um dos pecados que não deve ser cometido, não planejar corretamente a campanha. As perguntas à serem respondidas são muitas: Quem são meus consumidores alvo? Eles acessam a internet de casa ou do trabalho? O que fazem na internet? Quais as mídias e redes sociais que participam? Quais seus interesses na WEB? Qual mídia a ser utilizada? (TV, rádio, revista, outdoor, jornal, internet, etc…) Qual a comunicação (mensagem) em cada mídia? Qual o cronograma de ações? Qual a duração da campanha? Qual o foco central da ação? Qual será o prêmio? (concurso, sorteio, desconto, etc…) O regulamento está dentro do código de ética da AMPRO e bem explicado para o consumidor? Essas são algumas das questões que um bom profissional de planejamento deve responder antes de dar início a execução de uma campanha. Um planejamento bem feito evita o fracasso e o retrabalho da campanha.

4 – Não ter conhecimento em TI e Internet

As agências off-line deveriam ter o mínimo de conhecimento em Tecnologia da Informação e Internet para saber quão complexo é a idéia que está sendo vendida ao cliente. Após a aprovação, as agências, apavoradas, começam a buscar fornecedores para executá-la, mas não têm conhecimento técnico para informar se haverá integração com banco de dados, qual servidor utilizar, qual a linguagem de programação, quem irá fazer o CSS, quantos dias demora para finalizar a ação, entre outros requisitos que o profissional de TI precisa ter em mãos para que seu trabalho seja realizado com sucesso. Na maioria das vezes, as agências passam para o setor de TI a idéia através de uma imagem (foto), e também, até em uma folha impressa, é a mesma coisa que chegar para um engenheiro civi l ou construtor com um recorte ou foto de uma casa e dizer para fazer igual no período de tempo estipulado e já com o valor do material a ser comprado, lamentável!. Dessa forma todas as agências deveriam ter um profissional responsável pela área de TI que tivesse conhecimento em marketing, publicidade, internet e TI.

5 – Não divulgar

Outro pecado cometido é não divulgar, empresas acreditam que os consumidores, por mais conhecida que seja a marca, vão entrar nos seus sites ou hotsites digitando a url do navegador. Isso nunca vai acontecer, “quem não é visto não é lembrando”, seguindo esse contexto, faça um bom plano de mídia, escolha os melhores sites (aqueles relevantes para seu público-alvo), blogs e programas de publicidade para divulgação de seus produtos/serviços.

Segundo o “Estudo de Lembrança de Anúncios e Impacto de Marca no Brasil realizado pela Media-Screen em setembro de 2007” 95% dos internautas acessam mecanismos de busca, então se sua empresa fazer uma ação promocional on-line e não divulgar no Google, você já sabe o que pode acontecer.

Lins Patrocinados, Banners, Advergames, Programas de Afiliados, Mobile Marketing, e-Mail Marketing, QR Code, etc… são algum dos formatos que devem ser utilizados para campanhas no meio on-line.

6 – Não otimizar

Para Steve Jobs as decisões devem ser tomadas baseada em DADOS não em SUPOSIÇÕES. Essa frase deve ser seguida em qualquer campanha promocional. Imagine se conseguíssemos identificar que os outdoors espalhados pelos n pontos não estão passando a mensagem que o consumidor gostaria de escutar e campanha não está gerando o resultado que esperávamos, isso tudo na primeira semana. O que fazer? Trocar os outdoors? Não vai adiantar e, também, não será viável economicamente.
Já no meio on-line, através das ferramentas de análise de tráfego (Google Analytics, Omniture) e uma equipe de profissionais capacitados, consegue-se fazer mudanças em tempo real. Ou seja, moldar a campanha conforme a necessidade do consumidor.

7 – Não monitorar

Muitas agências e empresas criam sites, blogs, hotsites, twitter, orkut, etc… sem ter ferramentas nem cérebros (pessoas) para identificar os problemas e oportunidades geradas através do contato do consumidor com a marca. Dessa forma, é necessário que todo e qualquer clique (passos do cliente) que o usuário der em banners, sites, hotsites, blogs sejam identificados para compreendermos qual sua real necessidade e oferecer o produto/serviço que ele realmente espera.

8 – Não integrar as mídias

Quando o ponto central da ação acontecer no meio on-line (site, hotsite, blog, twitter), é necessário que os meios tradicionais (outdoors, TV, rádio, revista, jornais, etc…) sirvam de apoio, ou seja, estimulem o consumidor realizar a ação. Hoje o consumidor é multifacetado, consome um pouco de cada mídia, umas com mais intensidades, outras com menos. Nesse sentido, as agências devem pensar em campanhas em ambiente global, que seja aplicada em qualquer meio, não apenas nos meios que as beneficiem (20% de BV).

9 – Não permitir a colaboração do consumidor

A comunicação deixou de ser uma via de mão única, o consumidor não quer ser apenas um expectador e ouvinte, ele quer ser o veículo, quer construir, participar, colaborar com a marca. Hoje vivemos na Sociedade Digital, onde os prosumers (produtores e consumidores de conteúdo) se destacam e viram influenciadores e formadores de opinião. Nessa nova realidade social e mercadológica o poder das marcas não está mais nas mãos das empresas, mas sim nas mão do consumidor. Nesse sentido, não permitir que o consumidor participe da ação, fazendo dele o canal de divulgação, acarretará em investimentos desnecessários.

10 – Não inovar

Agências, empresas, anunciantes precisam reiventar-se, participar, conhecer, inovar, transformar, senão poderá acontecer o que já comentei no post “A Extinção do Profissional de Marketing Tradicional” – “O profissional de marketing tradicional está com os dias contados, se ele não se atualizar, ficará para trás. Então, atualizem-se, evoluam e se adaptem a essa nova realidade ou acontecerá com vocês o mesmo que aconteceu com os dinossauros”.

Não cometam esses pecados e terão sucesso em suas campanhas on-line.

Finalizo este artigo com uma frase de meu amigo Albert Einstein: “A mente que se abre a uma nova IDÉIA jamais voltará a seu tamanho original“.

Insatisfação do Consumidor Vira Matéria no Fantástico

Postado em : 31-05-2010 | Por : Rafael Comin | Em : Artigos

2

A matéria publicada ontem (30/05/2010) no quadro ‘O Consiliador’ do fantástico comprova o que escrevi no artigo “A Entinção do Profissional de Marketing Tradicional”, onde relato que “atualmente o poder das marcas não está mais nas mãos das empresas, mas sim nas mão do consumidor, que em poucos minutos pode detonar a insatisfação de uma experiência negativa com o produto ou serviço, através de um post em um blog ou um vídeo no YouTube, e isso irá repercurtir a rede toda”.

Isso aconteceu com Valquíria Batista, que gastou R$ 7.000,00 para comprar um sonho e não uma cozinha, mas nesse caso a insatisfação dessa consumidora gerou repercusão em rede nacional. Era bem mais barato para a fábrica de móveis Dell Anno mandar um montador exclusivo de Bento Gonçalves e resolver o problema dela do que ter a sua marca exposta negativamente em um dos maiores programas de audiência nacional.

E pelo visto esse problema entre o Grupo WW e Dell Anno não é de agora, através do site Reclame Aqui (maior site de defesa do consumidor do Brasil) consegue-se analisar várias reclamações dos produtos da Dell Anno.

Se essa empresa tivesse uma equipe que fizesse o monitoramento da marca no meio online, esse problema poderia ser identificado e corrigigo antes desse episódio acontecer.

Para quem perdeu a reportagem, assita: